The Dream is True

Candle2
Após uma semana difícil, tanto Acke quanto Kossuth estavam machucados, talvez mais que fisicamente. Mesmo assim eles continuaram tentando solucionar o mistério do fogo da igreja e descobriram que o foco da doença que alastrou pela cidade era de um menino sobrevivente e graças a ação rápida deles e de Anna o menino pode ser curado pela corista e não precisaram apelar para a eutanásia.
No dia seguinte eles acordaram cedo e foram até a caverna onde o suposto ritual acontecia. Após enfrentar esqueletos, dustman (que era o marido desaparecido da assombração de Kossuth) e seus próprios medos eles chegaram no local onde o ritual acontecia. Viram os corações das crianças, o cântico de invocação dos seres bestiais e o padre, que tinha sido dado morto, desacordado. A vontade de Acke e Kossuth sobrepujou o medo e eles tentaram impedir o ritual atirando nos corações, despertando a ira de Lucifergia que surgiu diante deles numa labareda de chamas roxas. Kossuth ficou aterrorizado com a visão, mas Acke correu até o padre e tentou despertá-lo ao mesmo tempo que atirou em mais corações.
O padre despertou e travou na hora uma luta com Lucifergia, enquanto isso Acke tentou reanimar a vontade de Kossuth e eles tentaram destruir mais corações. No final Anna, Dante e Gabriel apareceram e conseguiram resgatar os dois daquela situação, mas não sem antes verem Joseph sendo derrotado e Lucifergia aprisionado em seu corpo novamente.
Os dois ‘neófitos’ entenderam o que aconteceu com o padre após Dante esclarecer algumas coisas. Kossuth nunca se sentiu tão distante da normalidade como agora, desde que nascera. Acke sentiu a responsabilidade de seus atos mais uma vez em cheque quando desafiou Lucifergia ao apontar sua arma para seu coração e de seu colega.
Eles tem um inimigo poderoso e com poderes limitados que deseja se libertar. Será que conseguirão rastrear Lucifergia a tempo e ainda salvar a alma do padre Joseph?

Comments

É estranho estar desperto e sentir essas coisas “especiais”. O mais estranho é que isso não parece mais especial do que a realidade, apenas algo normal que eu não notava antes, e acho que pensar assim é como mergulhar num poço de loucura. Ao menos isso salvou uma criança.

Nós começamos pelo Hospital Santa Clara para verificar o estado do único sobrevivente do massacre na igreja que havia sido raptado do seu quarto. Ele estava mal… Com alguma doença como uma versão mais poderosa de sarampo ou ebola. Mais tarde descobrimos que era Peste Bubônica. No Hospital tivemos uma discussão com o médico. Se a minha advogada fosse melhor eu processaria ele… Mas não quero gastar tempo e dinheiro com isso.

De volta à “Cabala” decidimos entrar nas cavernas no dia seguinte.

Entrar na caverna foi como adormecer na entrada e acordar na saída. Tudo lá dentro era irreal porém estranhamente lógico e possível. Como se todos os dias algo acontecesse assim no subsolo de alguma cidade, bem embaixo dos narizes de todo mundo, mas sem que ninguém veja. Mas eu sei agora que esse sonho onde lutei com esqueletos, zumbis de poeira e demônios dignos de Lovecraft é a minha nova vida.

No fundo da caverna havia o ritual. O cântico. Os corações. Começamos com a defesa Philidor, embora tivéssemos do lado errado… Um pouco mais de iniciativa será preciso no futuro, embora a surpresa da luta com o dustman seja uma lembrança do contrário.

Na verdade não sei como as coisas aconteceram. Haviam 12 corações e Yarbor conseguiu atirar em 1. Restando 11, porém Lucifergia precisava de 12. Haviam 3 disponíveis, logo 33,3% de chance de eu, Yarbor e Joseph morrerem e não sabia o que fazer. Tudo mudou quando Lucifergia disse que o coração deveria vir de mim ou de Yarbor e tudo se solucionou como o problema de Monty Hall.

Ainda bem, seria horrível ter que matar Yarbor. Mas acho que o faria, afinal, ele também merece morrer.

No final o Ana, Dante e Gabriel apareceram e pediram para que nós saíssemos. Só espero que a criança esteja bem e que a alma do dustman chegue em algum lugar melhor do que aquela caverna.

Lucifergia
tatigrellmann

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